quinta-feira, janeiro 28

Líquidos Fatais



Líquidos Fatais

Distante do mundo em meio a Natureza
Com seus silêncios estridentes e sons vibrantes
Recebo notícias da civilização
Chega num impacto de dor e horror
Cidade em Kaos, no caos e para o abismo.

Movimentos paralisados
Pelos líquidos em movimento
Estamos à mercê do tempo e do vento
O deslizar da terra molhada
Traga vidas, sem piedade
Culpados ou inocentes?
Nem uma coisa nem outra
Apenas (h)Umanos.

Elizabeth de Souza

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