quarta-feira, julho 1

Assombro


Assombro!

Esperei meu último suspiro, mas ele não veio
Continuo a respirar tranquilamente
Sem escolher o estado das coisas, nem suas formas.

Permaneço entre o claro e o escuro de Rembrandt
A perscrutar uma nova cor, diante do meu olhar castanho.

Estimo minhas melhoras, diante dessa coisa que não ata nem desata
E o fim tão esperado, deve ser mais uma ilusão
Dessa mente traiçoeira
Que insiste em pregar peça,
Invertendo o sentido das coisas, indicando direções tortuosas pra lugar nenhum.

Mas, hei de vencer!
E subir a montanha mais alta
Só para gritar bem forte:
Você não está com nada!!!


Elizabeth

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